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Retorno ao presencial: o que muda no orçamento das categorias Mobilidade e Alimentação do multibenefícios

Uma pesquisa da Robert Half, divulgada pela CNN, aponta que 68% das empresas estão ampliando o trabalho presencial como estratégia de fortalecimento de cultura. Essa mudança tem implicações diretas sobre o orçamento de benefícios, especialmente nas categorias de Mobilidade e Alimentação do cartão multibenefícios, que voltam a ser prioridade para equipes que passavam mais dias em casa.

O debate sobre o modelo de trabalho ideal continua, mas uma tendência começa a ganhar contornos mais nítidos. Uma pesquisa da Robert Half, divulgada pela CNN, aponta que 68% das empresas estão ampliando a presença física no escritório como estratégia deliberada de fortalecimento da cultura organizacional.

Para o RH, esse dado deixa de ser apenas uma tendência de gestão de pessoas e se torna um sinal de revisão orçamentária, já que o pacote de multibenefícios precisa acompanhar essa mudança.

Por que o retorno ao presencial pressiona essas duas categorias

Durante o período de trabalho remoto, muitas empresas reduziram ou zeraram o investimento em mobilidade. Afinal, sem deslocamento diário, o benefício não fazia sentido. Algumas também redistribuíram o orçamento de refeição para alimentação, priorizando o supermercado em vez do restaurante.

Com o retorno ao presencial, o cenário se configura da seguinte forma:

Mobilidade volta a ser custo real para o colaborador: Quem passou meses ou anos sem gasto de transporte agora enfrenta um custo mensal recorrente que pode pesar no orçamento pessoal, principalmente em cidades com transporte público caro ou com necessidade de combustível. Um pacote de benefícios que não contempla adequadamente essa categoria deixa o colaborador absorvendo um custo que a empresa poderia estar cobrindo.

Refeição fora de casa voltou à rotina: Com mais dias no escritório, o almoço fora de casa volta a ser uma despesa frequente. Despesa frequente sem cobertura de benefício pesa no orçamento pessoal do colaborador que, acumulada ao longo do mês, afeta diretamente o quanto ele valoriza o pacote que a empresa oferece.

O erro de manter o pacote do período remoto sem revisão

Quando as empresas migraram para o trabalho remoto, muitas revisaram seus pacotes de benefícios para adequar às novas necessidades: mais alimentação, menos refeição; mais casa, menos mobilidade. Foi a decisão correta para aquele momento.

Em muitas empresas, o pacote de benefícios ficou parado no tempo. O modelo de trabalho avançou, a equipe passou a frequentar mais o escritório, mas as categorias e os saldos permaneceram configurados para uma rotina de trabalho em casa com distribuição que já não reflete as despesas reais do colaborador presencial. 

O resultado é um investimento que não encontra aderência: a empresa arca com o custo do benefício, mas o colaborador não consegue aproveitar o valor disponível porque o pacote cobre categorias fora da sua rotina atual.

Veja como identificar quando o pacote de benefícios precisa ser revisado: Checklist para escolher fornecedor de benefícios

O que o RH precisa fazer diante dessa mudança

Revisar o mapeamento de uso por categoria

O primeiro passo é analisar os dados de uso da plataforma de benefícios: as categorias de mobilidade e refeição estão sendo utilizadas de acordo com o orçamento disponível? Existe saldo sobrando em categorias que perderam relevância?

Essa análise dá ao RH uma visão clara do desalinhamento entre o que está sendo oferecido e o que os colaboradores realmente usam e orienta a redistribuição do orçamento sem necessariamente aumentar o custo total.

Comunicar a revisão como um ato de cuidado

Quando a empresa ajusta o pacote de benefícios para acompanhar uma mudança no modelo de trabalho, isso comunica algo importante: que o RH está atento à realidade do time e que o benefício não é uma cláusula congelada no contrato.

A comunicação da revisão deve ser direta sobre o motivo e o diferencial: o saldo em mobilidade e refeição foi ampliado para acompanhar a nova frequência no escritório, e o colaborador já pode usar a diferença a partir do próximo ciclo.

Avaliar a adoção de modelo flexível, se ainda não existe

Se o pacote atual é fixo por categoria, o retorno ao presencial é um bom momento para avaliar a transição para o modelo flexível, onde o colaborador redistribui o saldo conforme a rotina de cada mês. Para times ainda em transição entre modelos, ou com parte dos colaboradores em formato híbrido, essa flexibilidade resolve o problema de forma permanente: cada pessoa usa o saldo onde faz mais sentido para o seu momento.

Como o cartão multibenefícios da Alymente facilita essa adaptação

A Alymente oferece mais 9 categorias em um único cartão (incluindo Mobilidade e Alimentação/Refeição) com configuração flexível por grupo de colaboradores. Isso significa que o RH pode:

  • Ajustar o saldo por categoria sem precisar mudar de fornecedor ou criar um novo contrato;
  • Criar grupos distintos para colaboradores em formatos diferentes;
  • Permitir que o colaborador redistribua o saldo conforme a semana;
  • Acompanhar o uso em tempo real e identificar rapidamente quando o saldo está concentrado em categorias subutilizadas.

Quando o modelo de trabalho muda, o pacote de benefícios precisa acompanhar. E fazer esse ajuste em uma única plataforma sem burocracia é o que torna a adaptação eficiente para o RH. Conheça a Alymente

O que esse movimento revela sobre o futuro dos benefícios

O movimento de ampliar o presencial faz parte de uma dinâmica que tende a continuar se ajustando ao longo do tempo, com modelos de trabalho respondendo a contextos de mercado, cultura e estratégia de negócio que mudam.

O que essa dinâmica deixa claro é que pacotes de benefícios rígidos, com categorias e valores fixos definidos uma única vez, são inadequados para um mercado de trabalho que continua em movimento. A capacidade de ajustar, segmentar e flexibilizar o pacote conforme o contexto muda é o que distingue uma plataforma de benefícios estratégica de uma solução estática.

Entenda como equipes com diferentes formatos de trabalho podem ser atendidos por um único pacote multibenefícios se adapta a cada formato

Conclusão

Quando 68% das empresas ampliam o presencial, a revisão do orçamento de benefícios se faz necessária. Mobilidade e Alimentação voltam ao centro do pacote, e o RH que não revisar a configuração atual vai continuar investindo em categorias que já não representam a realidade do time.

A adaptação é simples quando o pacote é flexível e a plataforma permite ajustes ágeis. Quanto mais flexível for o pacote e mais ágil for a plataforma para aceitar ajustes de configuração, menor o esforço do RH para alinhar o benefício a cada mudança de contexto. Para empresas com pacotes fixos, esse alinhamento exige um processo de revisão mais estruturado.

Quer ajustar o pacote de benefícios da sua empresa para acompanhar o retorno ao presencial? Com a Alymente, o RH configura o saldo por categoria e por grupo de colaboradores em poucos cliques sem trocar de fornecedor, sem burocracia, com dados em tempo real para guiar cada decisão. Fale com a gente!

Nota editorial: o dado de 68% utilizado é proveniente de pesquisa da Robert Half divulgada pela CNN.

FAQ

Por que o retorno ao presencial impacta o orçamento de benefícios?

Porque as categorias mais usadas mudam conforme o modelo de trabalho. Com mais dias no escritório, deslocamento e refeição fora de casa voltam a ser custos recorrentes e o pacote de benefícios precisa cobrir adequadamente essas despesas para manter a percepção de valor.

O RH precisa criar um novo contrato de benefícios para revisar as categorias?

Não, quando a plataforma permite ajustes internos de configuração. Boas plataformas de multibenefícios permitem redistribuir o saldo entre categorias e ajustar políticas por grupo sem necessidade de novo processo de contratação.

Como saber se o pacote atual está desalinhado com o novo modelo de trabalho?

Pelos dados de uso da plataforma: categorias com saldo consistentemente não utilizado indicam desalinhamento. Se mobilidade e refeição têm baixo uso mas o time está voltando ao escritório, é sinal de que o orçamento precisa ser redistribuído.

O modelo flexível resolve o problema de times em transição entre formatos?

Sim. Quando o colaborador pode redistribuir o saldo entre categorias conforme a sua rotina de cada mês, o pacote se adapta automaticamente às variações do modelo de trabalho sem que o RH precise fazer ajustes manuais a cada mudança.

Todas as empresas que voltaram ao presencial precisam revisar o pacote de benefícios? 

Não necessariamente — depende de quanto o pacote atual foi ajustado durante o período remoto. Empresas que mantiveram o pacote original durante o trabalho remoto podem não precisar de revisão significativa. As que redistribuíram o orçamento para categorias de home office precisam fazer o caminho de volta.

A Alymente é a pioneira de multibenefícios!

Desde 2017, acreditamos que benefícios devem ser fáceis de usar, flexíveis e feitos para a realidade de cada colaborador e empresa.

Com mais de 9 categorias em um único cartão personalizável, a Alymente também conta com soluções para gestão de despesas e frotas, conectando tecnologia, autonomia e experiência em uma plataforma completa.